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12 de set de 2017

Homem morre em ação policial na BR-324 após roubo de carro em Feira de Santana

Um homem morreu durante uma ação policial na manhã desta terça-feira (12), na BR-324, próximo a Amélia Rodrigues, após o roubo de um carro na Avenida Rio de Janeiro, no bairro Pedra do Descanso, em Feira de Santana. Segundo a polícia, ele é suspeito de participar do assalto ocorrido por volta das 9h da manhã de hoje (12).

A guarnição da 20ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) recebeu a informação de que o autor do roubo seguiu em fuga pela rodovia sentido Feira-Salvador e realizou o acompanhamento ao avistar o Hillux prata, placa NTO-8217, em alta velocidade.

Ainda segundo a polícia, por volta das 9h50, ao chegar próximo a Amélia Rodrigues, um dos homens desceu do carro atirando contra os policiais que revidaram. Ele foi atingido e os policiais o socorreram para o hospital de Amélia Rodrigues, onde morreu.

O veículo e um revólver foram apresentados à delegacia. O homem não portava documento de identificação. 

Fonte: Acorda Cidade

Prefeitura de Jacobina inicia obras de recuperação na BR 324

A Prefeitura de Jacobina, buscando dar melhoria na malha viária do município, deu início no dia de hoje às obras de requalificação na Avenida Centenário, importante artéria de mobilidade que compõe a BR 324 dentro do perímetro urbano em Jacobina.
De acordo o Prefeito Luciano Pinheiro, é uma intervenção necessária e emergencial. "Desde o ano passado é perceptível a necessidade desta obra, e não vamos jamais nos furtar à responsabilidade, e não será apenas a Avenida Centenário, em breve vamos também ter a possibilidade de melhorar ruas importantes,  nos bairros e no centro da cidade, com pavimentação asfáltica" afirmou Luciano
A Obra em execução,  foi iniciada na manhã de hoje, na altura do Conjunto Habitacional Jacobina 2.
Ascom/ PMJ


Final do 4° Campeonato Society em Vargem


São José do Jacuípe - Geilane de Oliveira fala sobre o projeto Revelando os Brasis

Revelando os Brasis é um lindo projeto que tem por objetivo promover a democratização do acesso aos meios de produção audiovisual, oferecendo a nós, moradores de pequenas cidades brasileiras com até 20 mil habitantes, a possibilidade de contarmos nossas próprias histórias através de um filme. Realizado pelo Instituto Marlin Azul (IMA), entidade sem fins lucrativos com sede em Vitória - ES, e com o patrocínio da Petrobras, o projeto é um instrumento de registro da memória e da diversidade cultural do país e tem a importante missão de revelar novos olhares sobre o Brasil.
Nesta edição foram selecionadas quinze pessoas, oriundas de doze estados brasileiros, entre eles a Bahia (com a minha história, de São José do Jacuípe e a de Andréa Guanais, de Lençóis); Minas Gerais, representado pelas cidades de Barroso e Urucuia; Espírito Santo, pelas cidades de Laranja da Terra e Vargem Alta; Alagoas, por Quebrangulo; Ceará, por Icapuí; Mato Grosso, por Nossa Senhora do Livramento; Pará, por Bom Jesus do Tocantins; Paraíba, por São Domingos do Cariri; Rio Grande do Sul, por Antônio Prado; Santa Catarina, por Guarujá do Sul; São Paulo, por Águas de Lindóia; e Tocantins, pela cidade de Arraias. São quinze cidades do interior brasileiro que serão representadas pelos nossos filmes e isso é algo extraordinário.
Quando escrevemos as nossas histórias no último Concurso Nacional de Histórias do projeto (2013), identificamos elas como sendo ficção ou documentário, a minha, por exemplo, trata-se de um documentário sobre as memórias afetivas da época em que fui aluna da Escola Família Agrícola de Jaboticaba e de como tais experiências foram transformadoras em minha vida. O intuito é mostrar o cotidiano da escola através das minhas vivências.
Chegamos ao Rio de Janeiro no dia treze de agosto, fomos muito bem recebidos pela equipe do projeto (formada por mulheres maravilhosas) e permanecemos até o dia vinte e sete, quando embarcamos de volta para casa. Durante essas duas semanas que permanecemos no Rio nós estudamos todas as etapas necessárias para a realização de um filme. Tivemos aulas com profissionais de roteiro, direção, pesquisa, produção, direção de arte, fotografia, som e montagem, todas na sede do Canal Futura. Foi uma experiência enriquecedora e de grande aprendizado, tudo isso em função da sua estrutura, da dedicação da equipe, do apoio dos professores e do convívio com os colegas de diferentes culturas e regiões do país.
Foto: Ratão Diniz / Revelando os Brasis – IMA
Além das aulas nós tivemos ótimas atividades culturais: fomos conhecer o Theatro Municipal onde pudemos assistir ao espetáculo Gira, fomos também ao Theatro Rival para um show de afro-jazz, no domingo nós almoçamos no centro do Rio onde tivemos a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a sua história, pois o projeto forneceu uma guia turística que nos passou várias informações históricas. Durante todos os passeios e festas sempre estivemos no coletivo e com o suporte da produção do projeto. Foram dias incríveis, recheados de aprendizado e com muita troca e interação entre todos: no hotel onde ficamos hospedados, durante as refeições e nas aulas. O convívio com essas quatorze pessoas foi realmente algo que me marcou.  Eram várias culturas, sotaques e histórias que nos motivavam a participar efetivamente de todo o processo de desenvolvimento dos nossos roteiros cinematográficos.
O Revelando os Brasis iniciou em 2004 e desde então foram produzidas 180 obras audiovisuais, entre ficções, documentários e uma animação. Os filmes realizados são lançados nas comunidades participantes por meio do Circuito Nacional de Exibição Revelando os Brasis, que monta um cinema ao ar livre em ruas e praças dos municípios. As produções também são exibidas no programa de TV Revelando os Brasis, realizado em parceria com o Canal Futura.
O mais interessante deste projeto é que ele desperta em nós, “revelandos”, a vontade de valorizar a nossa própria identidade, estimula o nosso interesse pelo audiovisual, de modo que cria um novo espaço de expressão que retrata o universo simbólico dos realizadores, forma profissionais sensíveis que na maioria das vezes se tornam agentes multiplicadores da cultura audiovisual nas suas comunidades. Além dessas oportunidades proporcionadas pelo projeto, os “revelandos” têm a chance de retratar a diversidade cultural, geográfica e histórica do país por meio das obras cinematográficas.
 
Foto: Ratão Diniz / Revelando os Brasis - IMA
www.petcinemaufrb.com

Por: Revelando Os Brasis

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