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14 de dez. de 2010
Flores da Bahia avançam para autossuficiência
Com o alto consumo de flores, de plantas ornamentais e de paisagismo, a Bahia vem alcançando o objetivo de suprir com produção própria a demanda existente, que tem o crescimento anual em torno de 7%. Em 2010 o aumento foi acima da cifra nacional, o equivalente a 10%.
O engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura, Ivson Andrade, diz que as flores tropicais e temperadas são as duas vertentes principais da floricultura baiana, mas apresentam duas realidades diferenciadas, ao ponto de uma influenciar positivamente na demanda da outra.
As flores tropicais, conhecidas até pouco tempo como silvestres, passaram a ter utilização considerável e sempre evolutiva. Neste setor florícola, principalmente no que se refere ao segmento decorativo, de arte floral e jardinagem, o Estado alcançou a autossuficiência com o fornecimento de mais de 50 variedades de flores e outras tantas de folhagem.
Na composição da gama das flores tropicais, de maioria nativa, principalmente as espécies componentes da família das Helicônias são as mais numerosas, 250 espécies.
O segmento das flores temperadas envolve cerca de 80% da flor consumida no mundo. A evolução da floricultura temperada se evidencia no aumento expressivo anual de 30% da área plantada, a profissionalização dos produtores, a diversificação das espécies plantadas, o menor tempo entre a colheita e o cliente, o que acarreta o aumento do tempo de persistência do produto em domínio do consumidor e os preços excelentes pagos pelos clientes.
A produção baiana se espalha por 50 municípios concentrados em nove polos produtivos, desenvolvidos pelo Programa Flores da Bahia, que garante 35% da satisfação do consumo interno. Se projetada a produção para os próximos 5 anos, o Estado poderá conquistar, de forma suficiente, a demanda de 60%, incluindo a maior parte das variedades de flores temperadas.
Foram gerados 5 mil empregos diretos e mais de 10 mil indiretos, considerando o número de 500 produtores atuantes em toda a Bahia, que possui 550 hectares, sendo 100 temperadas e 450 tropicais.
O Programa Flores da Bahia, teve como base o potencial produtivo baiano, criando oportunidades de produção em quase todas as espécies de flores cultivadas no Brasil.
Fonte: Tribuna da Bahia
Crack é problema para 70% dos municípios brasileiros
A grande maioria dos municípios brasileiros – dos mais populosos aos menos habitados – já enfrenta problemas de saúde pública por causa da epidemia que se tornou o consumo de crack no Brasil. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) com 3.950 municípios revela que 98% deles (3.871) precisam criar estratégias para combater o tráfico, o consumo e dar tratamento aos dependentes da droga. Eles representam 70% de todas as cidades brasileiras.
O estudo inédito tenta mostrar que as ações definidas pelo governo federal para enfrentamento da epidemia podem fracassar. Segundo o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, os municípios não possuem condições orçamentárias de financiar as ações necessárias e, sem apoio efetivo da União, ele acredita que as prefeituras não conseguirão dar conta de enfrentar o problema. “Lei é muito fácil de fazer. O Congresso Nacional é muito sábio nisso, mas não tem coragem em mexer nos cofres do governo para mostrar como aplicá-las”, diz.
O Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e outras Drogas anunciado pelo governo federal em maio deste ano prevê o investimento de R$ 410 milhões em diferentes ações. Desse total, R$ 120 milhões serão destinados ao Ministério da Justiça para financiar estratégias de combate ao tráfico, R$ 100 milhões para o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome para custear a reinserção social e outros R$ 90 milhões para o Ministério da Saúde, que devem ser investidos na criação de leitos para internação.
O problema, para os gestores municipais, é que não há recursos disponíveis para a maioria das cidades trabalharem no combate à droga. A criação de leitos para dependentes químicos em hospitais gerais e de Centros de Atenção Psicossociais (CAPs), que devem concentrar o atendimento aos depedentes, ainda não saíram do papel e serão restritos aos municípios com mais de 20 mil habitantes. “Mas o problema atinge as cidades menores também”, afirma o presidente da CNM.
Apenas 14,8% dos municípios pesquisados possuem um desses centros. Nos 584 centros em funcionamento no País, 5.634 profissionais atuam, sendo que, do total, 923 são médicos. Em 3.617 municípios (92% do total analisado), não há programas municipais de combate ao crack. Das 333 cidades que já possuem planos, 54% não foram aprovados ainda por leis municipais. Nessas localidades, as ações se concentram principalmente na mobilização e orientação da população e na prevenção ao uso de drogas. O atendimento a familiares e amigos de usuários ocorre em 228 municípios e o tratamento de dependentes em apenas 166.
A preocupação da confederação é com o financiamento dessas ações. Somente 82 dos programas municipais de combate recebem apoio financeiro do governo federal. A maioria (208) são custeados exclusivamente pelas prefeituras. Apesar disso, o presidente da CNM comemora o fato de que 48% das cidades pesquisadas (1.902) estão realizando algum tipo de campanha contra a epidemia. A prevenção e a orientação lidera as iniciativas.
A pesquisa
Os secretários municipais de saúde dos 3.950 ouvidos pela pesquisa responderam a 12 perguntas sobre as ações feitas para reduzir o consumo e tratar dos dependentes do crack em suas cidades. Em todos os Estados, mais de 40% dos municípios participaram do estudo. A exceção foi o Rio de Janeiro, em que apenas 16,3% dos gestores de saúde preencheram o questionário. Na região Sul, a participação dos municípios foi superior a 80%.
Ziulkoski afirma que a pesquisa deve ser estendida no futuro. No início do ano que vem, o perfil de consumo da droga nas cidades brasileiras também deve ser investigado.
Fonte: Tribuna da Bahia
CBF reconhece título e Bahia é bi-campeão
Fonte: Agmar Rios
13 de dez. de 2010
Fotos da turma 02 da Oficina/Curso de Informática




Faça você, o diferencial para o Futuro;
Fonte :Gevaldo Almeida:
Fotos da turma 01 da Oficina/Curso de Infomática
Choveu mais de 140 mm na cidade de Jacobina na madrugada do último domingo (12)
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Mulher morre em Capim Grosso após ser encontrada em situação estranha na estrada de São José do Jacuípe

Grupo de Ciclistas de Capim Grosso pedala 120 km com o objetivo de participar do 19º Passeio Ciclístico da Jacobina FM

Fonte:Arnaldo Silva:
NOVAS TECNOLOGIAS BENEFICIA TRABALHADORES RURAIS
Quixabeira – Realiza Festival de Convivência com o Semiárido
A tarde houve diversas participações das comunidades, através de peça teatrais, samba, roda, piegas para finalizar os participantes dançou forro em ritmo tradicional familiar.
Ademilton, Coordenador da Escola Família Agrícola fala sobre o tema deste ano, “Povo Organizado, sociedade mais forte”. Para ele, o momento comprar o tema do evento, teve inicio com cerca de 3 pessoas isto em 1989 e hoje centenas de pessoas participa, perguntado sobre quanto alunos conclui o curso este ano, hoje a escola tem matriculado 188 alunos representando 3 territórios, este ano 28 estão concluindo o curso técnico em agropecuária.
Veja a seguir o tema de cada Festa realizado nos 14 anos.
I – 1997 – Festa do lavrador – Silo e Feno;
II – 1998 – Festival de Convivência com a seca;
III – 1999 – Preserve a natureza – Evite queimadas, plante uma árvore;
IV - 2000 – Cooperativismo – Uma alternativa para os pequenos;
V – 2001 - Festival de convivência com o semiárido
VI – 2002 – Feno e silo – Uma alternativa para o rebanho;
VII – 2003 – Feno e silo – Salves seu rebanho;
VIII – 2004 – Escola Família Agrícola;
IX – Recaatigamento;
X - 2006 – Agricultura familiar e a preservação da vida no semi-árido
XI – 2007 - Ação contra a desertificação;
XII – 2008 - Licuri – Preservar gera redá;
XIII – 2009 – Desenvolvimento Sustentável – Trabalho e Renda, um desafio!
XIV – 2010 – Povo organizado, sociedade mais forte.
Pergntado sobre a Crise Mundial e seus efeitos em Quixabeira, comenta Eliezer que como afirmou a União das Prefeituras Baina (UPB), 50% dos municípios Baiano teria dificuldades em fechar suas contas no final do ano, este ano Quixabeira Vem passando por dificuldades.
<Clique para assistir a 2ª Entrevista>
FONTE:Bacia do Jacuipe:
Várzea da Roça: Loja de Celular é assaltada!
Homem é assassinado no município de Mairí
Jovem é assassinado em Baixa Grande
MULHER MANDA MATAR O EX NAMORADO EM IRECÊ
Fonte: José Ivo Notícias






